Três vacinas já se mostram seguras e eficientes contra novo coronavírus

Um artigo publicado pela revista científica The Lancet, nesta segunda, 20, mostra que a vacina contra o coronavírus da Universidade de Oxford, no Reino Unido, produzida em parceria com o laboratório AstraZeneca, se mostrou segura e eficiente. A fase 1 do estudo mostrou a produção de estímulos e células contra o vírus e poucos efeitos colaterais.

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Atualmente, a vacina de Oxford é considerada a mais promissora. A fase 3 dos estudos já está sendo testada no Brasil. Cerca de 5 mil voluntários receberão uma dose a fim de verificar a sua real eficácia.

Além do imunizante de Oxford, outras duas candidatas também são vistas como uma luz no fim do túnel em meio a pandemia da covid-19: uma vacina produzida pela CanSino Biologics Inc.em parceria com a unidade de pesquisa militar na China, apresentou resposta imune segura ao vírus. A Biotech Ltd., empresa de biotecnologia alemã, revelou que sua vacina experimental feita em parceira com a farmacêutica norte-americana Pfizer, também é eficaz.

“Esperamos que isto signifique que o sistema imunológico lembrará do vírus para que nossa vacina proteja as pessoas por um período prolongado”, disse o principal autor do estudo, Andrew Pollard, da Universidade de Oxford.

Ainda segundo ele, são necessárias “mais pesquisas antes de podermos confirmar que a vacina protege efetivamente contra a infecção”.

Em junho, o Ministério da Saúde brasileiro anunciou uma parceria com que viabiliza a produção no Brasil da vacina produzida em Oxford. A previsão é que 15,2 milhões de doses cheguem ao Brasil em dezembro, e mais 15,2 milhões em janeiro.

O coronavírus já infectou mais de 14 milhões de pessoas e tirou a vida de mais 600 mil em todo o mundo.

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