Samantha Ware revela ter traumas da época que trabalhou com Lea Michele

Recentemente, a atriz Samantha Ware, que intepretou Jane na última temporada de Glee, acusou publicamente Lea Michele de ter tido comportamentos racistas nos bastidores da série. Tudo começou depois que Lea publicou um tuíte demonstrando apoio aos protestos do movimento Black Lives Matter.

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“Lembra de quando você fez do meu primeiro trabalho na televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware no Twitter. O posicionamento ainda contou com o apoio de outro colegas de elenco, como Amber Riley, Alex Newell e Heather Morris. Agora, Samantha voltou a falar sobre o assunto em entrevista à Variety e revelou ter vários traumas da época que trabalhou com Lea.

Segundo ela, o clima estranho começou logo após a primeira performance de Samantha na série. De início, o comportamento passivo agressivo de Michele levou Samantha a comentar com outros colegas sobre esse incômodo. “Eu me lembro da primeira vez que eu tentei falar algo e infelizmente ninguém fez nada. Eles encolheram os ombros, tipo: ‘Essa é ela’. Ninguém estava impedindo essas coisas, o que é um problema porque era um ambiente que ajudava a perpetuar o abuso”, desabafou.

Ware ainda revela que Lea ameaçou pedir para Ryan Murphy, criador da série, para demitir Samantha. “Foi aterrorizante. Por uma semana inteira, eu achei que provavelmente receberia um e-mail em que diria que eu não poderia participar dos últimos três episódios ou que não iria poder cantar outra música.”

Mesmo com essa situação, ela relembra que até tentou bater um papo com Lea no camarim para acalmar os ânimos. “Quando tentei conversar, ela mandou eu calar a boca. Ela disse que eu não merecia ter um trabalho. Ela falou como ela era a rainha daquilo. E aí é que está o curioso: Eu entendia aquilo completamente e estava preparada para agir, tipo, ‘Esse é o seu seriado. Eu não estou aqui para te desrespeitar’. Mas, chegou a um ponto que nós já havíamos passado o lance de respeito e ela estava apenas abusando do poder dela”, contou.

Os representantes de Lea foram procurados para comentar a declaração, mas optaram por não comentarem.

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