Oscar garante indicados a melhor filme com “novos padrões de representação e inclusão”

Em 2015, quando a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas concedeu todas as 20 indicações ao Oscar para atores brancos pelo primeiro de dois anos consecutivos, nasceu a hashtag #OscarsSoWhite (em tradução, Oscar é muito branco). Porém, a Academia se comprometeu a acabar com sua história de discriminação racial. Esse também é o objetivo da iniciativa recém-anunciada – e bem atrasada, precisamos dizer – de “desenvolver e implementar novos padrões de representação e inclusão para elegibilidade ao Oscar até 31 de julho de 2020”.

A medida espera diversificar os indicados ao 94º Oscar, que acontecerá em 2021, e deve expandir a corrida pela estatueta de Melhor Filme para 10 indicados. Tal iniciativa foi aprovada por meio de uma reunião do Conselho de Governadores na última quinta, 11.

“Embora a Academia tenha feito progressos, sabemos que há muito mais trabalho a ser feito para garantir oportunidades equitativas em todos os setores”, disse o CEO da Academia, Dawn Hudson, em comunicado, segundo o The Hollywood Reporter. “A necessidade de resolver esse problema é urgente. Para esse fim, alteraremos – e continuaremos a examinar – nossas regras e procedimentos para garantir que todas as vozes sejam ouvidas e celebradas”.

O Oscar do ano que vem ainda está marcado para 28 de fevereiro de 2021, embora o fechamento em massa de salas de cinema e os atrasos nos lançamentos tenham causado rumores sobre o cancelamento da cerimônia.

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