Como serão as aulas presenciais no Brasil de agora em diante?

Foto: Unsplash

Por todo o Brasil, escolas e faculdades públicas e particulares estão fechadas e grande partes das aulas estão sendo ministradas pela internet. Não há, até o momento, uma previsão de quando as aulas presenciais irão voltar, porém, a retomada de atividades comerciais em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro acenderam o debate: como será o retorno às aulas nas instituições de ensino?

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Segundo a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, “a retomada será gradual e regionalizada, seguindo o que os dados científicos sobre a epidemia indicarem em cada região do Estado. As diretrizes devem ser apresentadas à sociedade nas próximas semanas”, informou, em nota. Ainda segundo a pasta, estão sendo realizadas reuniões para organizar a retomada das aulas presenciais.

Em Tocantins, as aulas podem ser retomadas a partir de 3 de agosto em esquema de rodízio – uma semana, metade da turma participa presencialmente, enquanto a outra metade segue fazendo as atividades de casa.

No Rio de Janeiro, o prefeito Marcelo Crivella determinou uma terceira fase da reabertura da cidade para julho, em que se está prevista a reabertura de creches e escolas do Ensino Fundamental das redes pública e privada. A iniciativa, porém, foi alvo de crítica por parte de especialistas e profissionais da educação.

 O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) afirmou que “a reabertura das unidades públicas de ensino é uma afronta ao bom senso e às medidas preconizadas pela OMS e outros órgãos ligados ao setor de Saúde”. 

As principais recomendações

Especialistas aconselham que, quando a retomada às aulas presenciais acontecer, algumas regras de distanciamento e higiene devem ser seguidas à risca. A retomada gradual e o ensino híbrido, ou seja, uma certa permanência das aulas remotas, sejam levados em conta.

A organizações das salas de aula também deve priorizar o distanciamento social, para que os professores e alunos estejam distantes, no mínimo, 1 metro um do outro.

Uso de máscara, controle de temperatura e estações de higiene por todo o ambiente também são recomendações importantes.

Avaliação diagnóstica

No ensino remoto, muitos alunos podem não ter a mesma compreensão do ensino comparada com o que acontece dentro da sala de aula. Portanto, é essencial que as instituições façam um diagnóstico do que foi aprendido e o que ainda precisa ser feito para a conclusão do ano letivo.

O principal objetivo é avaliar a efetividade do ensino remoto e identificar a defasem de cada estudante durante o afastamento.

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