5 motivos para começar a assistir já a série “Coisa Mais Linda”

A Netflix lançou no último dia 19 de junho a segunda temporada de uma de suas séries nacionais mais queridas, Coisa Mais Linda, estrelada por um elenco pra lá de estrelado.

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A trama se passa nos anos 50 e acompanha a vida de Malu (Maria Casadevall), Adélia (Patrícia Dejesus), Lígia (Fernanda Vasconcellos) e Thereza (Mel Lisboa). Cada uma delas lida com seu próprio jeito com o machismo escancarado existente na época.

Se você ainda não começou a assistir, a gente lista 5 motivos para você dar play a-go-ra!

Produção brasileiríssima

Coisa Mais Linda é uma séria nacional, mas com uma produção que deixa Hollywood no chinelo! O elenco maravilhoso conta com um time de atrizes de primeira. O cenário e os figurinos levam a gente de volta para o Rio de Janeiro dos anos 50! Impecável!

Empoderamento feminino

A gente sabe muito bem que as mulheres vêm conquistando muitos direitos nas últimas décadas. Mas você vai ver que ainda podemos nos identificar muito com as injustiças que as mulheres incríveis da série passam. Só que elas não vão deixar quieto não, viu!? Se prepara para ver um show de feminismo!

Luta de classes

Quando você acha que não pode melhorar, Coisa Mais Linda vem e joga uma discussão sobre desigualdade de oportunidades. As dificuldades enfrentadas pelas mulheres são imensas, mas e as mulheres negras? *ALERTA SPOILER* Maria Casadevall e Pathy Dejesus vão brilhar em um diálogo épicoooo!

Trilha sonora

Quem não gosta de um bom jazz? E que tal um samba bem brasileiro? Juntando os dois: nossa querida Bossa Nova. Só pelo nome da série já dá pra imaginar a playlist maravilhosa que acompanha a trama, né? Espere para ouvir a abertura com o nosso hino brasileiro: Garota de Ipanema!

Fatos reais?

Não exatamente fatos reais, mas não pudemos deixar de perceber referências de nomes importantíssimos da música brasileira. Acho que não é coincidência o par romântico da protagonista (e músico) se chamar Chico. E quando dizem que se encontraram na casa do Tom…. Já consigo até imaginar os encontros boêmios daquela época.  

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