Ryan Seacrest é acusado de assédio sexual por ex-estilista

Mais um nome bem conhecido em Hollywood foi acusado de assédio sexual. Desta vez, o apresentador e radialista Ryan Seacrest, conhecido por comandar o American Idol nos EUA, está envolvido em um escândalo.

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Em uma entrevista divulgada pela Variety, Suzie Hardy, ex-estilista pessoal de Ryan, conta detalhes de uma carta que seu advogado enviou ao canal E! em novembro do ano passado. O conteúdo seria sobre uma “agressão sexual indesejada” por parte do apresentador. Ela o acusa de “ter esfregado seu pênis ereto nela enquanto estava vestido apenas de cueca, de ter tocado em sua vagina e de ter dado um tapa tão forte em suas nádegas, deixando uma marca visível mesmo horas depois.”

Ela ainda alega que, enquanto trabalhava com Seacrest, foi abraçada por ele vestindo apenas cueca mais de dez vezes. “Mesmo eu sendo uma mulher forte, esperta e orgulhosa, e tendo passado por terapia, isso realmente me afetou”, contou.

Em novembro de 2017, Ryan veio a público dizer que as acusações eram “imprudentes”. O canal E! até chegou a investigar o caso, porém não encontrou provas suficientes contra o apresentador. De acordo com Hardy, tudo foi conduzido para “limpar a imagem do apresentador”.

Em comunicado, o E! afirmou que a investigação foi “extremamente abrangente e completa.” “Ao longo de um processo de dois meses, nosso conselho externo entrevistou mais de duas dúzias de pessoas em relação às alegações, incluindo várias reuniões separadas com a requerente. O investigador é um advogado com quase 20 anos de experiência e é altamente considerado profissionalmente. Todas as alegações que questionam a legitimidade desta investigação são completamente infundadas”, disse um representante da emissora.

De acordo com o advogado de Seacrest, o apresentador chegou a ser chantageado pela mulher. “É perturbador para nós que a Variety esteja publicando uma história sobre alegações falsas que foram feitas contra meu cliente, depois de terem dito que a acusadora ameaçava fazer aquelas falsas reivindicações contra ele, a menos que ele pagasse seus US$ 15 milhões”, disse. “Naquela época, a requerente ameaçou emitir uma declaração de imprensa demonstradamente falsa, a menos que ela fosse paga. Em vez disso, meu cliente negou proativamente e publicamente as reivindicações e concordou em cooperar plenamente com a investigação de E! sobre o assunto. Em 31 de janeiro, o canal nos notificou que sua investigação independente de terceiros concluiu que não havia provas suficientes para sustentar suas reivindicações, o que efetivamente limpa o nome do meu cliente. [Ela] está dizendo isso depois que meu cliente se recusou a pagar seu dinheiro e da investigação do E! ter tido essa conclusão. Ela agora está se apresentando para compartilhar sua história falsa com a imprensa.”

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