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Com apenas 11 anos de idade, Naomi Wadler chamou a atenção do mundo por sua postura ativista e por falar o que muito adulto ainda tem receio. Durante a Marcha Pelas Nossas Vidas, nos EUA, no mês passado, ela se levantou e exigiu que as pessoas vissem e apreciassem a vida das meninas negras, especialmente aquelas que sofrem violência armada e geralmente passam despercebidas. A firmeza da garota impressionou quem estava em uma das principais avenidas de Washington para protestar – e, obviamente, o seu discurso viralizou. Em uma caminhada em sua escola, algumas semanas antes, ela tirou um minuto extra para homenagear Courtlin Arrington , uma garota negra de 17 anos que foi baleada e morta em 7 de março. Seu assassinato não recebeu muita atenção das notícias.

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“Eu realmente não fui ensinada, mas eu reconheci desde muito jovem que os negros eram tratados de forma diferente nas notícias, e isso me afetou”, conta Naomi em entrevista à ELLE americana. “Sempre temos o noticiário tocando em segundo plano em casa, então eu ouvia as notícias e ouvia como os repórteres identificariam os suspeitos como negros, mas nunca apontaram quando eram brancos. Isso pareceu um estereótipo para mim.”

Por toda a sua vida, Naomi foi incentivada a ser o que quisesse ser, a quebrar padrões e acreditar no que quisesse acreditar – e é isso o que ela tenta passar para tantas outras garotas negras que estão sendo negligenciadas ao redor do globo. “Quando garotas negras se veem em programas de TV e em artigos de notícias, elas são muitas vezes excessivamente sexualizadas ou feitas para parecer mais zangadas do que são. É assim que eles perdem sua autoestima – porque vêem esses estereótipos sobre si mesmas todos os dias”, desabafou.

A jovem pensa em continuar atuando no incentivo a outras garotas negras quando for escolher uma profissão. À publicação, ela contou que pretende ser jornalista ou ter algum cargo político. “Eu também quero ser o presidente ou o editor executivo do New York Times – a primeira garota negra a fazer isso.”

Naomi acredita que o preconceito está enraizado na sociedade desde a época da escravidão e a segregação. “Esse tipo de racismo incorporou psicologicamente a ideia de que meninas negras não valem tanto quanto meninas brancas, e elas não importam e suas vidas não são tão preciosas ou especiais”, disse.

É animador ouvir tantas palavras encorajadoras e de sabedoria vindas de uma garota de apenas 11 anos. Você arrasa, Naomi!

 

 

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