Instagram é considerada a rede social mais nociva para a saúde mental

Um recente estudo revelou o que eu e você já suspeitava: o Instagram pode ser considerada a rede social mais nociva para a saúde mental. De acordo com a CNNo “Instagram facilmente faz com que as meninas e mulheres se sintam como se seus corpos não fossem bons o suficiente, o que faz com que as pessoas usem filtros visando alcançar a ‘perfeição’.”

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De acordo com pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, as redes sociais podem ser mais viciantes do que álcool e cigarro, o que prejudica a vida dos jovens em muitos aspectos. Os resultados mostram que 90% das pessoas que usam as redes têm entre 14 e 24 anos, o que coincide com o aumento das taxas de depressão e ansiedade nessa parcela da sociedade – o número de pessoas diagnosticadas com alguma doença mental aumentou 70% nos últimos anos.

Como resultado, o grupo entrevistado na pesquisa quer que as plataformas de mídia social – e especialmente o Instagram – implementem recursos como avisos pop-up avisando sobre um “nível de uso considerado potencialmente nocivo”, e então cabendo ao usuário decidir se ele continua usando a plataforma ou não. Eles também sugerem que as redes sociais comecem a emitir avisos de responsabilidade sempre que uma foto for manipulada ou alterada.

O estudo sugere, ainda, que  “marcas de moda, celebridades e outras organizações de publicidade se inscrevam em um código voluntário de prática onde o pequeno ícone é exibido em suas fotos para indicar que uma imagem pode ter sido digitalmente aumentada ou alterada para alterar significativamente a aparência das pessoas ali.”

Apesar desse resultado, Simon Wessely, presidente do Royal College para psiquiatras, contou à CNN que é “certeza que a mídia social desempenha um papel na infelicidade, mas tem tantos benefícios como malefícios. Precisamos ensinar as crianças a lidar com todos os aspectos das mídias sociais – boas e ruins – para prepará-las para um mundo cada vez mais digitalizado. Há um perigo real em culpar o meio pela mensagem.”

 

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