Entrevistamos o Nick Carter e não morremos!

Com  casa lotada de fãs eufóricas, Backstreet Boy apresentou um setlist equilibrando nostalgia e faixas inéditas do novo álbum “All American“.

Apenas um ano após se apresentar no Brasil com os Backstreet Boys, Nick Carter retorna ao país para uma apresentação única em São Paulo, levando as fãs à loucura. Foram quase 2 horas de show, com músicas dos três projetos solo do loiro (“Now Or Never“, “I’m Taking Off” e o novo “All American“) e de seu trabalho de mais de 20 anos com a banda.

A passagem de Carter no país não foi marcada apenas pelo show. O almoço de domingo de algumas fãs sortudas (e #rycas) foi na companhia do cantor por $200 no hotel Renaissance em São Paulo, enquanto outras foram servidas de champanhe em um tratamento 5 estrelas que o gato ofereceu pela bagatela de $750 (cerca de R$ 2.580,00). Hoje acontece no Rio de Janeiro uma festa na qual Nick atacará de DJ na casa Pink Elephant, na Barra da Tijuca.

IMG_9366IMG_9367 Reprodução: Instragam

Antes do show deste domingo, Nick atendeu as fãs para fotos e abraços e falou com a imprensa sobre as novidades. Claro que o Domínio Pop não perdeu a chance de ficar cara a cara com o integrante mais querido dos BSB e arrancar uns segredinhos. E ele garante: Vem música em português por aí. Confira o nosso papo:

Domínio PopVocê foi o primeiro integrante da banda a lançar um disco solo e, algumas pessoas acharam que o “Now or Never” seria o fim dos Backstreet Boys. Anos se passaram e vocês ainda estão juntos e prestes a completar 25 anos de carreira. Qual é o segredo do Backstreet para continuar junto durante todos esses anos?
Nick Carter: A gente se ama, amamos nossa música e tudo o que representamos. Nós ainda nos divertimos fazendo música e isso é muito importante para que o trabalho seja bem feito. Mas acima de tudo, nós amamos nossas fãs e sabemos que isso é recíproco. Por todos esses motivos continuamos juntos e estamos na ativa há tanto tempo.

– Falando dos seus projetos solo, o “Now or Never” era cheio de influências do rock. Já para o “I’m Taking Off” você decidiu trazer o seu lado mais romântico. E agora com o “All American” parece que resolveu voltar para as suas raízes do rock’n’roll. Como você definiria o Nick Carter: Um rock ou um popstar?
Eu não colocaria um título como esse, sou apenas quem eu sou e nem eu mesmo sei o que isso quer dizer. Só curto tocar músicas que tenham um estilo mais atrevido, uma base de guitarra e que sejam divertidas tocar ao vivo. São nesses pontos que eu penso quando estou fazendo um álbum.

– Sua música com a Avril Lavigne, “Get Over Me”, entrou no Viral Chart mundial do Spotify. Como essa colaboração aconteceu?
Eu sempre respeitei muito a Avril, sua música e a direção que ela seguiu com sua carreira. De uma maneira esquisita sinto que sou bem parecido com ela, uma versão masculina dela ou da Pink. Sempre fui um fã e tinha vontade de trabalhar com ela. Na última turnê dos Backstreet Boys estávamos nos apresentando juntos e acabamos ficando amigos e conversando sobre fazer essa parceria acontecer. Eu enviei “Get Over Me” para ela que adorou e aceitou cantar comigo. Foi bem fácil convencê-la na verdade. Acho que ela viu como nós éramos no palco e o respeito eu eu tinha por ela se tornou mútuo.

– Vocês acabaram de se apresentar com a Meghan Trainor, e você cantou com a Avril Lavgine… Tem algum artista que está tocando no rádio agora com quem você gostaria de cantar junto?
Os meninos e eu acabamos de gravar uma música do Florida Georgia Line. Eles estão prestes a lançar um novo álbum e nos convidaram para participar. Eu sou um mega fã dos caras, cresci ouvindo música country, e eu estou bastante empolgado com o resultado que conseguimos com a gravação.

– Você poderia fazer uma playlist de 5 bandas que você tem ouvido muito?
21 Pilots, eu curto bastante…

– Pode ser só 3, vai.
3 é mais bem fácil! Então, 21 Pilots, Mike Posner e… Tem que estar nas paradas hoje em dia?

– Não, pode ser bandas antigas também.
DAVID BOWE!

– Faz 16 anos que você veio para o Brazil pela primeira vez. Como você se sente estando aqui com as fãs brasileiras?
Toda vez que a gente vem pra cá é super especial! Eu sempre penso na quantidade de fãs que nós temos aqui e do poder que elas têm de me fazer voltar, assim que eu saio do palco. Sempre fico pensando em voltar e trazer novas músicas e uma turnê nova pra elas. Por causa desse carinho eu estava falando para o meu empresário hoje mais cedo que quero lançar um single novo do All American. Nos ainda estamos em estúdio com o BSB produzindo o novo disco, mas quero lançar uma nova música solo. Eu amo cantar e eu sei que as fãs adoram também, ela se chama “Swet”, e a gente pensou em regravá-la em português…

– Sério? Isso seria demais!
É! Vamos ver se isso acontece. Será que meu português é bom? (risos)

– Você acabou de se tornar pai! Odin está com quase 3 meses e você já teve que deixá-lo para vir trabalhar na América do Sul. Como se sentiu quando saiu de casa pela primeira vez, e isso fica mais fácil com o tempo?
Machuca! Machuca muito toda vez, porque você fica longe e não consegue vê-lo todo os dias, e não acompanha o crescimento dele, nem está lá para ver cada novidade que ele aprende e acaba perdendo alguns momentos… Mas eu volto pra casa correndo e tento não fazer viagens muito longas pra não morrer de saudade.

Confira fotos do show:
Fotos: Daniele Benedito

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