Aposta: a dupla Gus & Vic vai fazer você se apaixonar por sua música viciante

Um encontro em um karaokê no Rio de Janeiro rendeu muita coisa boa para a dupla Gustavo Scanferla e Victoria Cosato. Desde 2013, ano que se conheceram, a dupla flerta com a carreira musical: ele contava com algumas apresentações no currículo e ela tinha a musicalidade como forma de encarar a vida desde que nasceu – tudo para ela tinha e tem um som. Unindo toda essa musicalidade, nasceu a dupla Gus & Vic.

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Essa combustão musical explode cinco anos depois com o lançamento do álbum Savana, disco de estreia dos artistas, que conta com 12 músicas tão inventivas e diversificadas em gêneros e referências que não caberia como uma obra ou um gênero específico.

É claro que fomos atrás dos dois e conversamos sobre o lançamento do álbum, carreira, inspirações… Vem se apaixonar também:

DOMÍNIO POP: Vocês se conheceram em um karaokê. Como aconteceu esse encontro?
Gus & Vic: Nos conhecemos num karaokê aqui no Rio, em 2013, durante o aniversário de um amigo em comum. Gus decidiu ir de última hora e, caso ele não fosse, talvez nunca tivéssemos nos conhecido. Foram muitos desencontros até esse dia. Sempre frequentamos os mesmos lugares, estudamos na mesma faculdade e até fizemos o mesmo curso (publicidade), porém em épocas diferentes e jamais nos encontramos por lá. Termos ido a esse aniversário mudou nossas vidas. O aniversariante estava nos apresentando quando chegou a minha vez de cantar. Nessa hora, chamei Gustavo e mais dois amigos para me ajudarem: cantamos I Want It That Way dos Backstreet Boys. Melhor música.

Os dois possuem o mesmo gosto musical? Como decidir qual tipo de música estaria no disco?
Temos muitas proximidades em nossas preferências musicais, mas muitas diferenças também. Nosso grande objetivo no álbum foi criar uma narrativa, um diálogo com o público, de início, meio e início novamente, porque, na arte, nada tem fim.

Como aconteceu o processo de gravação de Savana?
Houve no processo de gravação e seleção das faixas uma impressão muito forte do tempo e das circunstâncias em que estávamos inseridos. Acreditamos que Savana conversa com quem éramos em 2016, quem fomos em 2017 e quem seremos em 2018. É uma aposta no que acreditamos, com sonoridades originais e elementos coesos – para a nossa natureza. Todo o processo, das primeiras faixas gravadas ao lançamento, levou um ano e meio.

Quais são as suas maiores inspirações na hora de compor?
Temos influências bem diversas. Gustavo tem uma veia mais rock e grunge, curte Black Keys, Nirvana e Pink Floyd. Eu já somo elementos de pop e R’n’B entre minhas referências. Minhas maiores inspirações de composição são Joni Mitchell, Lady Gaga, Adele e Amy Winehouse. Mulheres incríveis e maravilhosas.

No disco de vocês tem músicas com pegada pop, hip hop, blues, rock… Como definem o som de vocês?
Interplanetário Modafoca, ou Indie Pop. Como preferir

 

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