5 super-heroínas que amamos ver dentro e fora das telas

Estreia nesta quinta, 7, nos cinemas nacionais, mais um filme de super-heroína importantíssimo para as mulheres. Capitã Marvel é o primeiro longa da Marvel protagonizado por uma mulher – a editora de quadrinhos seguiu o exemplo da DC com Mulher-Maravilha. E para celebrar a data – que ainda coincide com a semana do Dia Internacional da Mulher – a gente aproveita para relembrar as cinco super-heroínas que a gente mais ama ver na tela e fora delas.

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Capitã Marvel
A personagem de Brie Larson será uma peça essencial no futuro dos filmes da Marvel – pelo menos é isso o que dá pra notar no filme que chega aos cinemas nesta quinta, 7. Arrisco a dizer que a super-heroína já está caminhando para ser líder dos heróis de Vingadores nos próximos anos, depois da saída de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Além disso, ela foi o ponto de partida para outro filme feminista da Marvel: Viúva Negra, estrelado por Scarlett Johansson. Go, girls!

Arlequina
A personagem será um dos grandes destaques da DC nos próximos anos graças ao filme Aves de Rapina e outros já previstos. Além disso, a atriz Margot Robbie abriu uma produtora própria para fazer ainda mais projetos com mulheres. Uau!

Valquíria
A atriz Tessa Thompson, responsável por interpretar Valquíria em Thor: Ragnarok, é uma das responsáveis por divulgar o movimento Time’s Up, que luta contra o assédio e abusos a mulheres e Hollywood. “Como deixamos os ambientes de trabalho mais seguros para todos, mas especialmente para as mulheres? Temos que ter mais mulheres nesses locais, e mais mulheres em posições de poder”, declarou ela.

Mulher-Maravilha
Além de ser um filme com um roteiro incrível, Mulher-Maravilha, protagonizado pela maravilhosa Gal Gadot, é responsável por impulsionar a diversidade nas telonas. “Não só temos o trabalho de entreter, mas também o dever de inspirar e educar para o amor e o respeito”, disse ela.


Viúva Negra
A atriz Scarlett Johansson está prestes a estrelar o filme solo da Viúva Negra e é uma das vozes que protesta contra o assédio dentro do mundo do cinema. “De repente, eu tinha 19 anos novamente e comecei a me lembrar de todos os homens que conheci, que aproveitaram o fato de eu ser uma jovem que ainda não tinhas as ferramentas para dizer ‘não’ ou para entender o valor da minha autoestima” já declarou ela.

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