10 momentos históricos na luta pela igualdade LGBT

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Em junho, estamos celebrando o Mês do Orgulho LGBT e focados nos problemas atuais que a comunidade enfrenta e o que podemos fazer para solucioná-los o mais rápido possível. Afinal, todos merecem respeito e direitos iguais. E embora seja extremamente importante olhar pra frente, também é essencial olhar para trás e ver até onde chegamos. Dê uma olhada em alguns dos momentos mais importantes da história que impulsionaram fortemente o movimento pelos direitos dos homossexuais.

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1924: O primeiro grupo de direitos dos homossexuais é fundado

O veterano da Primeira Guerra Mundial, Henry Gerber, fundou a Society for Human Rights em Chicago, nos EUA. O grupo foi o primeiro de direitos homossexuais nos Estados Unidos, e seu boletim informativo, “Amizade e Liberdade”, foi a primeira publicação de direitos gays no país – e uma das primeiras do mundo.

1958: A Suprema Corte americana decide em favor dos direitos dos homossexuais

Depois que o jornal US Post Office se recusou a entregar a primeira publicação pró-gay da América, intitulada de ONE: The Homosexual Magazine, o caso foi para a Suprema Corte dos EUA – e a corte decidiu a favor dos direitos gays pela primeira vez, tornando-se um grande marco na história LGBT.

1969: Os distúrbios de Stonewall desencadeiam o início do movimento LGBT

Na madrugada de 28 de junho de 1969, a polícia atacou o Stonewall Inn, um bar gay de Nova York – e os clientes gays e seus apoiadores tomaram uma posição. O evento se transformou em um protesto violento e levou a uma série de conflitos de um dia inteiro. O ato é considerado o início do movimento dos direitos civis gays nos EUA.

1973: A homossexualidade não é mais declarada uma doença mental.

A diretoria da Associação Americana de Psiquiatria removeu a homossexualidade da lista oficial de doenças mentais, conhecida como Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 

1978: O primeiro jornal com temática LGBT é fundado no Brasil

O primeiro jornal de temática homossexual fundado no Brasil se chamava “O Lampião”. A publicação denunciava abusos contra LGBTs, principalmente durante a ditadura.

1992: Primeira organização pública de travestis da América Latina é fundada no Rio de Janeiro

Logo após a fundação da organização de travestis no Rio, a letra T é incluída no movimento em 1995. Em 2008, a Conferência Nacional GLBT decidiu que a letra representaria travestis e transexuais homens e mulheres.

2010: Argentina se torna o primeiro país da América Latina a aprovar o casamento igualitário

A Argentina se tornou o primeiro país da América do Sul a aprovar o casamento gay. Cristina Kirchner, presidente do país na época, foi a responsável por sancionar a lei que autoriza a união igualitária.

2011: Brasil reconhece uniões estáveis de homossexuais

Em 5 de maio de 2011, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu as uniões estáveis de homossexuais no país. A partir de então, casais gays podem desfrutar de direitos semelhantes aos de heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde.

2015: EUA aprova o casamento legal de homossexuais

A Suprema Corte americana finalmente declarou oficialmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo em âmbito nacional, o que significa que todos os estados devem permitir que os americanos se casem, independentemente de seu sexo ou orientação sexual.

2016: O governo Obama apóia publicamente os estudantes transgêneros

No meio dos movimentos anti-transgêneros em todo os Estados Unidos, o presidente Obama e seu governo emitiram uma diretriz para todas as escolas públicas de que os estudantes transexuais deveriam poder usar os banheiros que refletem sua identidade de gênero.

 

 

 

 

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